Hello geeks!

Minha amiga Raquel me mostrou o trabalho mais recente do fotógrafo francês Thomas Czarnecki que criou um ensaio chamado “From Enchantment to Down” de fotos bizarras envolvendo as nossas queridas princesas dos contos de fada só que dessa vez sem final feliz.

Algumas das imagens sugerem a ideia de violência, então quem não gosta de ver coisas do tipo ou não leva para o lado artístico e criativo da produção, antes de começar o #mimimi melhor nem abrir o resto do post, ok? Grata. =)

Que dó que dó!! rs

Sinistro esse final alternativo, hein!

;* muack

  1. Jana Valadares says:

    Ariel morreu de frente para o mar, que dó³! 
    Eu achei sinistro, mas gostei…ehehhehe
    Beijos
    Jana

  2. Anonymous says:

    Bem sinistro mesmo…. Não curti o que mostra, mas as fotos ficaram muito boas!!! A Cinderela estatelada no chão depois de cair da escada é boa, mas a da Alice na cadeira e o coelho ali, todo esticadinho, foi o que mais doeu… :'(

  3. Lara Edelweiß Iskin says:

    Bem sinistro, mas gostei!
    Para mim, a Ariel com a cauda de plástico é a que dá sugestividade mais pesada @_@.

  4. Filipi Macarini Ferreira says:

    Pelo que li, esse fotógrafo tentou demonstrar o contraste entre a pureza dos contos de fada com a realidade.
    Antes de postar eu li os comentários, e, ao meu ver, todas as imagens passam a sensação de que as princesas foram estupradas, confesso que a pior matéria que estudei na faculdade foi o crime de estupro e que talvez isso possa ter influenciado o que essas fotos representam pra mim. Contudo, cheguei a essa conclusão pelos seguintes motivos:

    Na foto da Aurora, a corda no pé do colchão e as posições das mãos e das pernas são bem sugestivas;
    No caso de Bella, o vestido dela está levantado e a cadeira está tombada, o que demonstra violência, outro fato importante é o do sapato, que está no sentido oposto ao do corpo, o que mostra que Bella possivelmente estava de costas para o sofá quando ele saiu de seu pé.
    A branca de neve (que não tem foto aqui, mas que aparecerá para quem procurar pela obra do fotografo), a Jasmine e a Cinderela estão, assim como Aurora, de pernas entreabertas. Outro ponto na imagem de Jasmine é que não há nada, tirando a fumaça da lampada, que poderia derruba-la.

    Alice está amarrada na cadeira, o que é uma prática bondage.
    Na foto da Ariel, primeiramente pensei que ela tinha morrido devido a poluição do mar e que era essa a critica, contudo, Ariel tem inteligência para não se enrolar no plástico. Mas, a posição dos braços (que, se reparar é o mesmo de Aurora e Cinderella) novamente sugerem estupro e também lembrei de ter lido sobre um fetiche envolvendo se enrolar em plastico.

    Agora é o momento em que eu viajo um pouco para argumentar sobre a minha sensação de que em todas as fotos houve estupro:
    No caso da Pocahontas,bem, se o homem fosse um explorador ou algo do tipo, sabemos que historicamente os primeiros exploradores que chegaram tanto no Brasil como em outros lugares tinham o hábito animalesco de estuprar as índias (nativas do território explorado/ conquistado). Contudo, vemos, pela metralhadora encostada na parede perto da porta e pelas roupas do homem que se trata de um caçador moderno, e nenhum caçador moderno, acredito eu, caça humanos, e se cassarem uma índia, não será para por na parede ou para casar;
    Outro ponto é que é muito mais fácil segurar uma pessoa no ombro, quando se abraça as pernas da pessoa, e a mão do caçador está na nádega da Pocahontas.
    Neste ensejo, não há sangue na imagem, então em tese ela está viva, e as janelas estão fechadas.
    Junte tudo e temos a intenção do caçador e a premonição do que acontecerá, se já não aconteceu.

    Por fim, sobre a chapeuzinho vermelho, que abre um espaço maior para imaginarmos as possibilidades do que aconteceu, mas a posição das pernas e a direção do corpo e a do sapato, para mim, cai na mesma questão das outras princesas.

    Ao menos para mim, são fotos bem fortes, mas úteis para levantar alguns assuntos muito atuais no nosso cotidiano.
    Ótima postagem Nessa Iwata, espero ter colaborado de alguma forma.

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