Oláá geeks!
Bom, que aqui no blog a gente a-m-a a Disney, não é novidade. Mas a gente também não pode fingir que é tudo lindo e mágico pra sempre, né? Existem inúmeros sites com “teorias” de mensagens subliminares nos filmes da Disney, e coisas assim… Algumas são até interessantes, na verdade XD
Mas no post de hoje não vou tão longe assim na “loucura” LOL. O site de humor The FW fez uma coisa bem mais simples: deu títulos “honestos” à alguns dos filmes mais famosos dos estúdios. E não tem nada de conspiração, subliminar, não… Eles apenas viram o que há por baixo de tantos romances fofinhos. Qual a real mensagem dos filmes?
filmes_honestos1
(por favor, castre e vacine seus animais de estimação)
filmes_honestos2
(Caras legais chegam em último)
filmes_honestos3
(Síndrome de Estocolmo)
filmes_honestos4
(Hamlet com animais)
filmes_honestos5
(Doc Hollywood encontra a Nascar)
filmes_honestos6
(A princesa é negra… então todos os outros personagens podem ser estereotipos raciais)
filmes_honestos7
(Mude pelo seu homem)
filmes_honestos8
(Estereótipos árabes e referências datadas à cultura pop)
filmes_honestos9
(“Reformas” resolvem qualquer coisa)
Alguns eu achei bem malvados, como o da Princesa e o Sapo, e a Bela e Fera. Mas não posso negar que ri com o título SUPER sincero da Pequena Sereia e da Cinderella. XD Mas deu dó mesmo foi do Quasímodo, todo feliz na imagem, logo abaixo do título xD hauhauhauhua
Mas e aí, vocês concordam com esses títulos? 😛
Kissus!
  1. Isis Alvarez says:

    Muahahhahahahahahahhahaha!!!
    Amei!! xD
    É.. alguns são meio crueeeeis… E tem alguns que eu não concordo, mas tuuuuudo bem XD
    =^~=
    Beijocas, Isis

  2. Gustavo De Oliveira Ribeiro says:

    para quem não sabe, Síndrome de Estocolmo é uma síndrome em que a pessoa cria afeto ou se apaixona pelo seu sequestrador ou pessoa que a mantém em cárcere, pelo que a síndrome se desenvolve quando a pessoa tenta conseguir simpatia do sequestrador, a síndrome pode ser desenvolvida por grande parte da população mundial, é considerada uma síndrome que quase já existe no ser humano em si.

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